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Correio da Manhã

Portugal
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QUEIMADAS PROIBIDAS

A Polícia Florestal promete ser “implacável” na aplicação de sanções a quem fizer queimadas na chamada época de fogos, que vai de 15 de Junho a 30 de Setembro.
1 de Junho de 2004 às 00:00
Sabendo-se que, na média dos últimos três anos, 51 por cento dos incêndios florestais resultam de actos negligentes (38 por cento têm origem criminal), sobretudo de queimadas e lançamento de foguetes, a Polícia Florestal vai andar especialmente atenta a tudo o que fumegue, sobretudo nas proximidades das áreas de floresta.
“Nos primeiros quatro meses deste ano, só na região do Minho, já elaborámos mais de 40 autos de notícia por queimadas ilegais, mas agora, na época mais problemática, vamos apertar o cerco e actuar com intransigência”, disse ao Correio da Manhã António Vivas, o comandante da Polícia Florestal do Entre-Douro-e-Minho.
De resto, as multas a aplicar, no caso das queimadas, vão de 100 a 1250 euros, consoante o grau de preciosidade da infracção em causa.
Na mira da Polícia Florestal vão estar também os casos “gritantes” de falta de limpeza de matas, sobretudo nas proximidades de habitações.
Quanto aos foguetes, o seu lançamento volta, a exemplo do ano passado, a só poder fazer-se com os bombeiros no local, mas tudo indica que os foguetes de canas venham a ser literalmente proibidos.
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