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Correio da Manhã

Portugal
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Rapto pode ter sido simulado

Os quatro homens e uma mulher suspeitos de terem raptado um homem devido a uma dívida relativa a um negócio de carros, na passada noite de quarta para quinta-feira, saíram do Tribunal de Loulé em liberdade, sujeitos a apresentações semanais e apenas indiciados pelo crime de sequestro.
4 de Julho de 2010 às 00:30
Nuno foi interceptado pelos alegados sequestradores nesta rotunda
Nuno foi interceptado pelos alegados sequestradores nesta rotunda FOTO: Luís Pereira

De acordo com o Código Penal e sem agravantes, o sequestro é uma privação de liberdade punida com pena de multa ou até três anos de prisão. O rapto implica violência e extorsão e é punido com dois a oito anos de prisão.

Na passada noite de quarta para quinta-feira, um comerciante de automóveis de Aljezur, na companhia de uma mulher, travou o carro de Nuno, conduzido por Diamantino, na Rotunda de Bensafrim. Diamantino diz que a mulher bateu em Nuno, mas a arguida negou em tribunal.

Quatro horas depois, a PJ e a GNR detiveram o comerciante na companhia de Nuno, em Vale Judeu, e ainda a mulher e mais três homens à saída de uma bomba de gasolina em Boliqueime. Um dos homens é irmão da mulher, os outros terão marcado aí encontro com o comerciante, para resolver outro negócio. Dizem que estiveram com Nuno a beber cerveja na bomba e que este terá dito que ia com o comerciante a casa buscar os 14 mil euros devidos por carro comprado há uma semana.

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