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Correio da Manhã

Portugal
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Rebentam multibanco e fogem sem dinheiro

Tentativa de roubo da máquina com uma botija de gás causou danos de 25 mil euros em Vila do Conde.
Aureliana Gomes 12 de Janeiro de 2018 às 08:54
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
Explosão de multibanco deixou edifício de Junta de Freguesia de Vila do Conde destruída
"Quando entrei na sede da junta, deparei-me com um cenário de destruição total". Paulo Ferreira, tesoureiro da União de Freguesias de Vilar e Mosteiró, Vila do Conde, foi o primeiro a chegar à autarquia, esta quinta-feira de madrugada, depois do assalto à caixa multibanco instalada no exterior do edifício.

A porta da entrada estava no meio da rua, entre vidros estilhaçados. Lá dentro, os estragos eram ainda maiores. "A caixilharia foi toda destruída com o impacto da explosão e, cá dentro, as divisórias estavam no chão", descreveu ao CM.

O alerta foi dado às 04h24. Apesar do estrondo, provocado pelo rebentamento de uma botija de gás, ninguém viu os ladrões - que fugiram sem levar qualquer quantia, uma vez que o cofre da máquina não abriu. A PJ está a investigar o assalto.

Com vários serviços a funcionar no local, incluindo um posto de Correios, o objetivo do executivo da junta é, agora, agilizar os trabalhos de restauração para reabrir o espaço. "Vai ser necessário reequipar todo o interior e a caixilharia, mas espero ter a junta aberta já na segunda-feira", disse Amândio Couteiro, presidente da autarquia. Os prejuízos deverão rondar os 25 mil euros.

A Polícia Judiciária esteve no local a investigar os contornos do assalto. A máquina deveria ser deslocada para outro local da freguesia em abril, cumprindo as novas regras de segurança.

A sede da Junta de Vilar e Mosteiró, que serve mais de cinco mil cidadãos, já tinha sido assaltado em 2014.
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