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Correio da Manhã

Portugal
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Reforço de equipas para atacar incêndios

Inverno com pouca chuva preocupa mas há “confiança” no dispositivo preparado.
Tiago Griff 16 de Maio de 2017 às 10:24
Autoridades fizeram alguns ajustamentos para a fase Charlie, a mais crítica no que diz respeito a incêndios florestais
Bombeiros
Autoridades fizeram alguns ajustamentos para a fase Charlie, a mais crítica no que diz respeito a incêndios florestais
Bombeiros
Autoridades fizeram alguns ajustamentos para a fase Charlie, a mais crítica no que diz respeito a incêndios florestais
Bombeiros
Mais militares no terreno para ações de vigilância é uma das novidades do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais para a região este ano, que vai ainda reforçar equipas municipais e de intervenção florestal.

O inverno ‘seco’ poderá criar problemas na fase crítica dos fogos, que se aproxima.

"Há sempre ajustamentos que fazemos todos os anos, mas temos um dispositivo consolidado", explicou Vítor Vaz Pinto, comandante operacional distrital, que ontem apresentou, em Faro, o dispositivo de combate a incêndios para a região.

Um total de oito equipas de vigilância compostas por militares do Exército nos concelhos de Loulé, Monchique, São Brás de Alportel, Silves e, este ano também, Castro Marim e Tavira, mais um grupo de combate a incêndios florestais e ainda mais duas equipas municipais de intervenção florestal são algumas das novidades deste dispositivo que na fase Charlie, a mais crítica de incêndios, vai ter 553 homens e 133 veículos.

Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna, mostrou-se preocupado com a falta de chuva no inverno.

"Preocupa, mas estamos confiantes, porque o dispositivo tem respondido sempre às necessidades", garante.

PORMENORES
Kit de alimentação
Em articulação com o Ministério da Saúde, está a ser estudada a elaboração de kits de alimentação para distribuir a todos os elementos que vão para o terreno na altura dos incêndios e que vai garantir a alimentação individual durante 24 horas.

Ardeu um hectare
Segundo ainda Jorge Gomes, desde o início do ano e até 9 de maio apenas ardeu 1 hectare na região, quando no mesmo período do ano passado já tinham ardido 5,4. Preocupante é a nível nacional, onde já arderam 13 mil hectares desde o início do ano, contra 1203 em 2016.
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