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Correio da Manhã

Portugal
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Reforço não chega à Polícia Municipal

“Cento e cinquenta novos agentes não são, ainda, suficientes para completar um quadro que se prevê de 800 agentes”, disse ontem ao CM Carmona Rodrigues, presidente da Câmara de Lisboa, nas comemorações do 115.º aniversário da Polícia Municipal (PM), que se debate com uma grave falta de efectivo.
13 de Setembro de 2006 às 00:00
O autarca referiu que o interesse não se prende apenas com o número de agentes, mas também com a idade dos mesmos: “É necessário rejuvenescer o efectivo da PM.”
No entanto, para o comandante da PM, André Gomes, a entrada destes novos agentes é, para já, suficiente, dependendo “das competências que nos forem atribuindo no futuro”. Para o comandante, tudo passa por uma organização e planeamento dos agentes existentes.
Os 150 novos agentes encontram-se ainda em formação, paga pela Câmara de Lisboa, e integram o quadro da PM já no final deste ano, data em que entram também em funcionamento os radares dissuasores de velocidade. “Trata-se de um projecto inovador, em que a autarquia e a PM trabalharão juntas, por uma cidade mais segura”, referiu Carmona Rodrigues.
A PM é um corpo especializado, armado e uniformizado, integrado na estrutura da Câmara, constituído por elementos da PSP, requisitados e pagos pela autarquia.
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