Refugiado acusa Portugal de "guerra psicológica" e faz greve de fome

Em causa está o atraso na atribuição do visto de residência permanente.
Por Lusa|28.11.17
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Refugiado acusa Portugal de "guerra psicológica" e faz greve de fome
Foto Getty Images
Um refugiado yazidi a residir em Portugal acusa o Estado português de ter começado uma "guerra psicológica" contra ele e começou segunda-feira uma greve de fome contra aquilo que considera ser "atraso" na atribuição do visto de residência permanente.

Segundo Saman Ali, iraquiano de 34 anos que veio para Portugal, mais concretamente para Guimarães, a 06 de março de 2016, depois de um ano na Grécia, para "escapar ao terror e à perseguição religiosa" preconizados pelo grupo 'jihadista' Daesh, as autoridades portuguesas de lhe terem "fechado todas as portas" e de estarem a retardar a concessão do estatuto de proteção internacional.

À Lusa, fonte do Ministério da Administração Interna esclareceu que o processo de asilo de Saman Ali "está em fase de conclusão e prestes a ser tomada a decisão final quanto à concessão do estatuto de proteção internacional", seguindo os procedimentos previstos na lei nacional de asilo e respetivos prazos.

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