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Correio da Manhã

Portugal
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Repatriamento de portugueses das Caraíbas ainda não se realizou

Ministro dos Negócios Estrangeiros diz que operação "demorará o tempo que for necessário".
Lusa 13 de Setembro de 2017 às 14:21
Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
Destruição em Saint-Martin
Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
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Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
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Destruição em Saint-Martin
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Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
Furacão Irma deixou rasto de destruição na ilha de São Martinho
Destruição em Saint-Martin
O ministro dos Negócios Estrangeiros garantiu esta quarta-feira que a operação de repatriamento de portugueses nas zonas afetadas pelo furacão Irma vai durar "o tempo que for necessário", salientando a presença de governantes no terreno para agilizar as operações.

"A operação demorará o tempo que for necessário", vincou Augusto Santos Silva, à margem de uma apresentação do novo ano letivo do ensino do português no estrangeiro, que decorreu esta manhã no Instituto Camões.

"Temos medidas de contingência preparadas para todo e qualquer incidente que possa atingir os residentes portugueses no estrangeiro, e neste caso a devastação do furacão Irma na ilha de São Martinho e São Bartolomeu atingiu com severidade uma comunidade portuguesa e recebemos pedidos de repatriamento de algumas dezenas de membros dessas comunidades, sobretudo mulheres e crianças, filhos de portugueses que trabalham nessas duas ilhas", explicou o ministro.

"Mobilizámos o meio mais expedito para o repatriamento, um C130 da Força Aérea que já se deslocou para perto do local e através da combinação entre meio marítimo e meio aéreo essas pessoas serão repatriadas", acrescentou o governante.

Algumas, disse, "já chegaram e outras estão a ser agrupadas neste momento em Guadalupe para que o avião C130 as possa transportar".

Na atualização das informações, Santos Silva destacou também que o diretor-geral e o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas "já partiram para Guadalupe para organizar no terrerno a resposta portuguesa nessa operação".

O balanço da passagem do furacão Irma pelas Caraíbas foi um dos mais graves na história recente da região, com o registo pelo menos 40 vítimas mortais.

O Irma - qualificado pela Organização Mundial de Meteorologia como o furacão mais forte de sempre no Atlântico - enfraqueceu na segunda-feira ao atravessar o estado norte-americano da Florida, perdendo a designação de furacão e passando a ser classificado como tempestade tropical.
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