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Roubo de cobre arrasa produção (COM VÍDEO)

João Caldeira, um agricultor de Campo Maior, está desesperado com os furtos de cobre que, diz ao CM, "têm partido as pernas" a toda a produção no seu pomar. O primeiro furto ocorreu em Setembro de 2011. O mais recente, na semana passada, fez retardar o início da rega e da adubagem. Os prejuízos ascendem a 200 mil euros.<br/><br/>

23 de abril de 2012 às 01:00

"É mais o que estragam do que o que roubam, mas causa-nos um prejuízo enorme", disse ao CM o produtor de ameixa. Desta vez, os ladrões de cobre rebentaram um quadro eléctrico e levaram um motor e uma bomba de rega.

Em Setembro tinha sido um posto de transformação de electricidade o alvo do furto no interior da produção de ameixa no pomar do Pico. O furto originou ainda um incêndio no interior da casa das máquinas. "Este pomar de 45 hectares vive da água, e agora não podemos regar. Se não tivermos água morre tudo. É com muito sacrifício que vamos voltar à produção", confessou. João Caldeira diz ainda que as propriedades daquela região estão desprotegidas e reclama maior presença policial. "Não se vê uma patrulha da GNR nos campos e montes onde andam a roubar de tudo. Assim não podemos continuar", frisou.

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