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Roubo milionário com condenação

O único arguido acusado e que se encontrava preso preventivamente pelo assalto milionário, ocorrido em Abril do ano passado, à loja de penhores Companhia União de Crédito Popular – de onde foram furtados 15 milhões em objectos de ouro – foi ontem condenado pelo Tribunal de S. João Novo. A pena aplicada, pelo crime de furto qualificado, foi de sete anos de prisão efectiva, estando ainda o arguido, de 49 anos, obrigado a pagar 246 mil euros à casa de penhores. <br/><br/>

26 de junho de 2009 às 00:30

Na altura da detenção foram identificados dois indivíduos que acabaram por sair em liberdade, estando a ser investigados num processo autónomo. Apenas o arguido ontem julgado estava em prisão preventiva, uma vez que tinham sido encontrados enterrados no jardim de casa do irmão, na zona da Lapa, no Porto, 50 quilos de artigos em ouro.

No assalto, ocorrido na madrugada de 14 de Abril do ano passado, foram levados 270 quilos de artigos de ourivesaria, que os proprietários avaliaram em 15 milhões de euros. Desses, a companhia de seguros apenas pagará nove milhões.

O Tribunal deu como provado que o arguido agiu "de forma livre, voluntária e consciente". Para entrar na casa de penhores conseguiu desactivar os dispositivos de segurança, tendo depois levado uma grande quantidade de objectos em ouro.

"Não teve uma vida fácil desde criança, mas as coisas são assim. Agora, pode ser que aprenda", disse a juiz-presidente na leitura do acórdão.

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