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Correio da Manhã

Portugal
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Saiba ponto por ponto os motivos que levaram a juíza a manter o amante de Rosa Grilo em liberdade

Ministério Público interpôs recurso sobre a decisão do Tribunal de Loures. António Joaquim foi condenado a 25 anos de prisão pelo tribunal da Relação.
18 de Setembro de 2020 às 14:57
António Joaquim
António Joaquim FOTO: Pedro Simões
O amante de Rosa Grilo, António Joaquim, vai permanecer em liberdade com termo de identidade e residência, decidiu esta sexta-feira a juíza Ana Clara Batista. António Joaquim foi condenado pelo Tribunal da Relação a 25 anos de cadeia pelo homicídio do triatleta Luís Grilo e ira manter-se com esta medida de coação até que a decisão seja transitada em julgado. 

Os motivos evocados pela juíza para não alterar a medida de coação já aplicada, como pediu o Ministério Público, são os seguintes:
- Agregado familiar estável. Recorde-se que António Joaquim terá reatado a relação com a ex-mulher;
- Atitude colaborante do arguido;
- A inexistência, para a magistrada, de perigo de fuga;
- A aplicação do princípio da presunção da inocência, porque ainda não há uma decisão que tenha sido transitado em julgado.

António Joaquim foi condenado pelo Tribunal da Relação a 25 anos de prisão pelos crimes de homicídio qualificado e agravado, em coautoria com a arguida Rosa Grilo, e profanação de cadáver, anulando a decisão de absolvição decretada em primeira instância.

O Ministério Público interpôs esta sexta-feira recurso sobre a decisão do Tribunal de Loures de manter a medida de coação de termo de identidade e residência a António Joaquim.
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