Barra Cofina

Correio da Manhã

Portugal
2

Santa Casa chamada para esclarecer prémio de euromilionária

Funcionária depõe para esclarecer quem, no casal desavindo, ganhou os 51 milhões.
Ana Isabel Fonseca 12 de Janeiro de 2019 às 01:30
Amélia de Jesus
Amélia de Jesus
Amélia de Jesus
Abílio Ribeiro
Amélia de Jesus
Amélia de Jesus
Amélia de Jesus
Abílio Ribeiro
Amélia de Jesus
Amélia de Jesus
Amélia de Jesus
Abílio Ribeiro

A funcionária do departamento de Jogos da Santa Casa que recebeu Amélia de Jesus e o ex-marido, no Porto, no dia em que o prémio foi reclamado, será testemunha no processo em que a euromilionária do Marco de Canaveses exige 13 milhões de euros e um prédio a Abílio Ribeiro. Caberá à funcionária dizer quem ganhou os 51 milhões. A Santa Casa já informou, no processo, que o prémio foi reclamado em nome de Abílio, mas Amélia diz que se tratou de um erro e que foi ela quem registou a recompensa.

Na ação, que decorre na Póvoa de Varzim, a euromilionária explica que, erradamente, Abílio deu os seus dados ao telefone e que foi já na Santa Casa que ela descobriu o alegado engano. Já diante da funcionária, Amélia diz que se recusou a retirar o talão vencedor do sutiã quando percebeu que a ordem de pagamento estava em nome do então companheiro. Garante que só aceitou que assim continuasse porque esta responsável lhe disse que poderia ser aberto um processo de averiguações.

A funcionária terá agora que explicar se Amélia se intitulou logo como vencedora ou se este episódio nunca ocorreu - como alega Abílio.

Entretanto, o processo revela que o casal, apesar de apenas ter feito uma festa em junho de 2013, tinha já casado a 22 de março desse ano, apenas um dia após terem recebido o dinheiro na conta. Amélia diz que o fez para fugir a um imposto. Abílio alega que foi pressionado pela euromilionária, que já planeava extorquir-lhe a fortuna.

Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)