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Correio da Manhã

Portugal
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Se fosse americano já não estava aqui

A mulher do co-piloto da Air Luxor que se encontra detido na Venezuela desde 24 de Outubro, na sequência de uma investigação sobre tráfico de droga, questionou a actuação das autoridades portuguesas relativamente à prisão do seu marido.
12 de Dezembro de 2004 às 00:00
O caso do alegado tráfico caminha para dois meses
O caso do alegado tráfico caminha para dois meses FOTO: Imagem SIC
“Se fosse um cidadão americano, inglês ou de outro país da Europa já não estaria aqui”, afirmou Júlia Santos. Isto depois de, segundo a mulher de Luís Santos, a Procuradoria-Geral da República ter emitido uma declaração sobre a inocência da tripulação.
O embaixador de Portugal em Caracas, Vasco Bramão Ramos, reafirmou, contudo, que os quatro cidadãos portugueses detidos estão a receber apoio consular. “Desde o primeiro dia da detenção que as autoridades portuguesas, através do consulado têm prestado toda a assistência que é habitual”, disse. “Diria que na presente situação até se foi um pouco mais longe do que é costume, dada a mediatização deste caso”, frisou.
No âmbito deste caso da Air Luxor também continuam detidos seis cidadãos venezuelanos.
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