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Correio da Manhã

Portugal
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Secretário de Estado lamenta morte de português e não conhece mais vítimas

Existem 10 portugueses com residência inscrita na embaixada de Portugal em Nova Deli, e até agora os únicos contatos que o gabinete de emergência teve foi das duas famílias cujos familiares estavam em turismo na ilha.
21 de Abril de 2019 às 10:23
José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
José Luís Carneiro, secretário de Estados das Comunidades Portuguesas
O secretário de Estado das Comunidades lamentou este domingo a morte de um cidadão português nas explosões ocorridas no Sri Lanka, avançando que estão a tentar contatar os portugueses que se encontram no país, embora não haja conhecimento de mais vítimas.

Em declarações à Lusa ao telefone, José Luis Carneiro, disse já ter falado com a esposa do português que faleceu este sábado no Sri Lanka, a quem transmitiu uma mensagem de condolências e deixou os contatos para prestar "o apoio devido e indispensável nesta altura".

"Tivemos conhecimento [da existência destes portugueses] porque foi a sua família que contatou o gabinete de emergência consular", disse José Luis Carneiro, adiantando que o gabinete teve ainda o contato de outros familiares dando conta de que tinha também lá uma família de quatro elementos, mas "felizmente esses encontram-se bem".

De acordo com o secretário de Estado das Comunidades, existem 10 portugueses com residência inscrita na embaixada de Portugal em Nova Deli, e até agora os únicos contatos que o gabinete de emergência teve foi das duas famílias cujos familiares estavam em turismo na ilha.

"Para já não temos quaisquer informações que suscitem preocupação. O que ocorre nestes casos é o contato das famílias com o gabinete de emergência consular. Estamos a fazer uma despistagem para procurar contatar as famílias que estão inscritas no serviço consular de Nova Deli", disse.

José Luis Carneiro frisou ainda que, "para já, não há indícios de outros portugueses vítimas destes acontecimentos tao horríveis e lamentáveis".

O secretário de Estado das Comunidades acrescentou também que as autoridades portuguesas "vão continuar a acompanhar e a manter abertos os canais de comunicação diretos quer na Embaixada de Portugal em Nova Deli, quer da cônsul honorária no Sri Lanka".

"Todos os serviços estão ativados", disse.

A capital, Colombo, foi alvo de pelo menos quatro explosões, em três hotéis de luxo e uma igreja. Duas outras igrejas foram também alvo de explosões, uma em Negombo, a norte da capital e onde há uma forte presença católica, e outra ao leste do país.

As explosões ocorreram "quase em simultâneo", pelas 08:45 (03:15 em Portugal), de acordo com fontes policiais citadas por agências internacionais.

Os hotéis de luxo onde se registaram as explosões são o Kingsbury Hotel, o Shangri-La e o Cinnamon Grand Colombo, todos na capital.

O último balanço da série de explosões que ocorreram em três igrejas e três hotéis este sábado no Sri Lanka aponta para 156 mortos, entre os quais 35 estrangeiros, sendo um português, anunciou fonte policial.

Fonte policial avançou à agência de notícias francesa France Presse, que as autoridades já registaram 156 mortos, entre os quais 35 estrangeiros, e mais de 400 feridos.
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