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Correio da Manhã

Portugal
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SEF investiga 20 viagens a Lisboa feitas por funcionária da TAP

Angolana de 31 anos já tinha vindo a Portugal nos últimos dois anos.
Miguel Curado 30 de Outubro de 2019 às 08:50
Funcionária de loja da TAP em Luanda já tinha vindo 20 vezes a Lisboa antes de ser presa pelo SEF
Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEF
Funcionária de loja da TAP em Luanda já tinha vindo 20 vezes a Lisboa antes de ser presa pelo SEF
Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEF
Funcionária de loja da TAP em Luanda já tinha vindo 20 vezes a Lisboa antes de ser presa pelo SEF
Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEF
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) investiga as 20 viagens a Lisboa feitas nos últimos dois anos pela mulher, de 31 anos e nacionalidade angolana, funcionária de uma loja da TAP em Luanda e que aguarda julgamento presa após ter sido apanhada a traficar duas mulheres e duas crianças.

Cada uma das deslocações feita pela suspeita, com visto de turista, durou no máximo dois dias. Com o apoio da sua congénere angolana, o SEF procura perceber os motivos destas deslocações, acreditando que em pelo menos algumas ocasiões a mulher trouxe consigo vários imigrantes, para entrarem ilegalmente no espaço Schengen.

Entretanto, as mulheres de 27 e 31 anos, duas das quatro vítimas de tráfico humano salvas pelos inspetores do SEF, foram esta terça-feira interrogadas no DIAP de Lisboa.

As mulheres e as duas crianças, de 1 e 7 anos, que acompanhavam a funcionária da TAP (filhas da mulher mais velha), estão alojadas no Centro Temporário do Aeroporto, antes de passarem para uma instituição de apoio a vítimas de tráfico humano.

Além dos crimes de auxílio à imigração ilegal e de tráfico humano, a funcionária da TAP em Luanda foi também alvo de um auto de contraordenação por contrabando de tabaco.
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