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Correio da Manhã

Portugal
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Seis em julgamento por homicídio de jovem

Thomas Oros, de 18 anos, foi morto a tiro de caçadeira numa rua em Almancil, em março do ano passado.
Tiago Griff 27 de Fevereiro de 2017 às 09:36
Suspeitos vão começar a ser julgados
Thomas Oros foi morto por disparos feitos do interior de um carro
Crime ocorreu na rua João de Deus, em Almancil, em março de 2016
Suspeitos vão começar a ser julgados
Thomas Oros foi morto por disparos feitos do interior de um carro
Crime ocorreu na rua João de Deus, em Almancil, em março de 2016
Suspeitos vão começar a ser julgados
Thomas Oros foi morto por disparos feitos do interior de um carro
Crime ocorreu na rua João de Deus, em Almancil, em março de 2016
Está a decorrer, no Tribunal de Faro, o julgamento do homicídio de Thomas Oros, de 18 anos, morto a tiro de caçadeira em plena rua, em Almancil, Loulé. O crime teve origem num ajuste de contas relacionado com negócios de tráfico de droga, em março de 2016. Seis suspeitos estão no banco dos réus.

O caso remonta à noite de 19 de março do ano passado. Era perto das 22h00 quando o jovem, de nacionalidade romena, passava pela rua João de Deus, em Almancil, na imediações de uma escola. Um automóvel, de cor escura, segundo testemunhas, abrandou ao pé de Thomas Oros e, do interior do veículo, foram disparados três tiros de caçadeira à queima-roupa, antes de continuar a marcha a alta velocidade. Apesar de a maior parte dos disparos o ter atingido, o jovem de 18 anos não teve morte imediata. O INEM assistiu-o medicamente, mas a vítima acabou por não resistir e morreu no local minutos depois.

Segundo o CM apurou, o homicídio está relacionado com negócios de tráfico de droga. Thomas Oros terá enganado os suspeitos numa transação de bolotas de haxixe.

Apesar de terem conseguido fugir, os três principais suspeitos acabaram por ser detidos pela Polícia Judiciária, dois dias após o crime. Foram apanhados em operações que se desenrolaram nas ruas. Os restantes três arguidos foram detidos no decorrer da investigação. São todos portugueses e residentes em Olhão, já tinham antecedentes criminais por tráfico de droga e eram considerados perigosos.
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