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Correio da Manhã

Portugal
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Serviços hospitalares afectados com greve

Os funcionários públicos afectos à Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública - estrutura sindical em que está integrada a CGTP - estão esta sexta-feira em greve e a paralisação já está a surtir efeitos em algumas unidades de saúde. Segundo o sindicato, a adesão atingiu às primeiras horas níveis entre os 30 e os cem por cento nos serviços de urgência de alguns hospitais de Lisboa.
19 de Maio de 2006 às 09:19
A adesão mais elevada verificou-se no Hospital de São José, com cem por cento entre o pessoal que entrou de serviço às 23h00 de ontem, afirmou Paulo Trindade, da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública. No Hospital de Santa Maria, chegou aos 95 por cento, 60 por cento no Miguel Bombarda e 30 por cento no Hospital de São Francisco Xavier.
Além dos hospitais, o trabalho das brigadas móveis do Instituto Português de Sangue para hoje foi desmarcado, por adesão do pessoal à greve, e no Centro de Orientação de Doentes Urgentes do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de Lisboa houve um registo de 95 por cento.
Recorde-que os trabalhadores exigem melhores salários, estabilidade de emprego e estão contra a forma como está a ser feita a reforma da administração pública.
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