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Correio da Manhã

Portugal
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Sindicato critica operações

O Sindicato Nacional de Polícia (SINAPOL) lamentou o atropelamento de um agente da PSP durante uma operação Stop ocorrida na madrugada de sábado em Lisboa e criticou a ausência de formação e de condições para este tipo de operações.
18 de Setembro de 2006 às 00:00
“O SINAPOL critica a falta de formação de agentes que estão sujeitos a este tipo de operações e considera que essa falta de formação, conciliada com a falta de condições, tanto de segurança como por vezes de equipamento, é que leva a situações trágicas como esta”, disse o presidente da estrutura sindical, Armando Ferreira.
O dirigente sindical criticou o facto de a PSP fazer operações em locais críticos da cidade, onde não existem zonas resguardadas para mandar parar os veículos, o que potencia a perigosidade para os agentes e condutores. “Se não há condições, é preferível não fazer do que pôr em risco a vidas dos polícias”, afirmou.
O estado de saúde do agente Pedro Antunes, que estava no primeiro serviço enquanto elemento da Divisão da PSP da Penha de França, é estável, mas pode ficar incapacitado para exercer as suas funções, disse fonte policial.
O polícia, de 29 anos, entrou há cerca de dois anos na PSP e encontrava-se ao serviço da Divisão de Segurança a Instalações quando foi transferido.
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