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Supremo atira culpas do desastre no Meco para as vítimas

Juízes ilibam sobrevivente e Universidade Lusófona das seis mortes durante praxe. Pais inconformados com decisão vão recorrer para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

20 de abril de 2024 às 01:30

“Não temos a mínima confiança na Justiça portuguesa. Infelizmente temos de voltar a pedir à Justiça de fora que faça alguma coisa por nós.” As palavras são de António Soares, pai de Catarina Soares, uma das vítimas da tragédia do Meco, em Sesimbra, há dez anos. Os pais dos seis jovens arrastados por uma onda, em dezembro de 2013, sofreram uma nova derrota com o Supremo Tribunal de Justiça a rejeitar o recurso em que pediam uma indemnização de mais de um milhão de euros ao sobrevivente, João Miguel Gouveia, e à Universidade Lusófona. Para os juízes-conselheiros, o ‘dux’ não é o responsável pelas seis mortes. Os magistrados, aliás, dividem a culpa por todos. “Quer a deslocação noturna à praia do Moinho Velho, quer a escolha da zona da praia onde aqueles jovens se sentaram e vieram a ser colhidos por uma onda é apresentada como inserida num contexto de organização conjunta de todos os participantes.”

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