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Correio da Manhã

Portugal
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Suspensão de cirurgias programadas em Faro é transitória e não gera alarme

Ministra disse que o Ministério da saúde está a acompanhar a situação e a tentar reforçar os meios que forem necessários.
17 de Maio de 2019 às 13:40
Ministra da saúde, Marta Temido
Marta Temido, ministra da Saúde
Marta Temido, ministra da Saúde
Ministra da saúde, Marta Temido
Marta Temido, ministra da Saúde
Marta Temido, ministra da Saúde
Ministra da saúde, Marta Temido
Marta Temido, ministra da Saúde
Marta Temido, ministra da Saúde
A ministra da Saúde, Marta Temido, considerou esta sexta-feira que a suspensão das cirurgias programadas no Hospital de Faro, que se prolonga até terça-feira, é uma situação transitória e que não gera qualquer alarme.

"Estivemos em contacto com o hospital, que nos explicou que tiveram um afluxo fora do comum de utentes e que tomaram a opção [de interromper as cirurgias programadas], temporária, que será apenas durante alguns dias", afirmou Marta Temido.

A ministra disse que o Ministério da saúde está a acompanhar a situação e a tentar reforçar os meios que forem necessários "para que não se voltem a verificar situações deste tipo".

Questionada sobre o facto de este não ser ainda um período de pico de verão, quando a população do Algarve aumenta substancialmente, a governante disse que o Ministério da Saúde está a estudar com a Administração Regional de Saúde e o Centro Hospitalar do Algarve "a forma mais eficaz de garantir respostas" nessa altura.

"Em anos anteriores tem havido um plano de reforço para o verão nesta região, com incentivos aos profissionais de outras regiões nesta época do ano para trabalharem nos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde do Algarve. Vamos provavelmente fazer uma réplica dessa solução de anos anteriores, embora saibamos que não tem tido os resultados que desejaríamos", disse.

A governante explicou que o Ministério da Saúde está ainda a estudar com a Administração regional de Saúde e o Centro Hospitalar do Algarve "a forma mais eficaz de garantir as respostas".

"Sabemos que qualquer instituição prestadora de cuidados saúde tem uma capacidade instalada e alguma dificuldade em acumular picos que se verifiquem por muito tempo", afirmou.

Problemas relacionados com a elevada ocupação das instalações médicas obrigaram à suspensão das cirurgias programadas no Hospital de faro, uma situação que a unidade hospitalar já veio garantir ser temporária e não afetar as cirurgias urgentes nem os internamentos com agendamento cirúrgico.

Numa nota enviada à agência Lusa, o hospital esclareceu que a suspensão da atividade de cirurgia eletiva, desde as 16:00 de quinta-feira e até ao dia 21 (terça-feira), se aplica apenas a cirurgias programadas que, após análise clínica, "podem ser reagendadas sem comprometer o doente".

De acordo com o CHUA, a suspensão temporária "resulta de uma decisão interna provocada pela ocupação elevada" na unidade hospitalar da capital do distrito de Faro, prevista no Plano de Contingência.
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