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Tenente processa PJ Militar

O tenente Carlos Coelho, assessor do comandante da Escola Prática da GNR, deu ordens ao seu advogado para que entrasse no Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa com uma queixa contra a Polícia Judiciária Militar (PJM). O oficial acusa este órgão de abuso de poder.

25 de junho de 2007 às 00:00

Recorde-se que, na terça-feira da semana passada, cinco inspectores da PJM efectuaram uma busca à residência do tenente, no âmbito de um inquérito pelo crime de peculato alegadamente praticado quando o oficial chefiou a secção de informática dos serviços sociais da GNR. Um computador foi apreendido.

Agora, o oficial acusa a PJM de ter fomentado uma diligência em que uma mulher (esposa do queixoso), ficou retida durante cinco horas em casa contra a sua própria vontade. Além disso, a queixa contempla ainda um pedido que visa impedir que os investigadores da PJM possam tocar no computador apreendido ao oficial.

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG), de que o tenente Carlos Coelho é associado, considera este processo “como mais um exemplo de que a justiça militar na GNR é contraproducente”. “A alegada vítima do crime, os Serviços Sociais da GNR, negaram o desvio de quaisquer bens”, concretizou o presidente da APG, José Manageiro.

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