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Teste de paternidade trama abusador sexual

Vítima de 13 anos não sabia identificar pai de recém-nascido.

02 de março de 2019 às 01:30

Trabalhava na zona onde a família da menina de 13 anos morava, em Beja, e aproveitou-se dessa proximidade para aliciar a vítima a manter relações sexuais. A criança ficou grávida e o homem, de 26 anos, estrangeiro, decidiu fugir à paternidade, mudando de residência e local de trabalho. O pedófilo foi agora detido por abuso sexual de crianças, em Albufeira, pelos investigadores da Diretoria do Sul da Polícia Judiciária (PJ).

Os atos sexuais ocorreram em 2016 e, ao que o CM apurou, terão sido consentidos pela menor. Apesar da idade precoce da menina, a gravidez não foi interrompida e a família nunca apresentou queixa.

O bebé nasceu e só depois é que foi iniciada uma investigação por ordem do Ministério Público, na sequência de um processo de averiguação oficiosa de paternidade, uma vez que a menor não sabia identificar o pai da criança. O inquérito só foi entregue à Polícia Judiciária em outubro do ano passado, quando se suspeitou da maioridade do progenitor, o que configura um crime de abuso sexual de crianças.

Segundo revelou a PJ, a vítima foi "abusada sexualmente pelo suspeito, com o qual manteve cópula por mais de uma ocasião". Durante a investigação foram recolhidos "relevantes elementos probatórios" que conduziram à identificação do suspeito, que abandonou Beja e foi residir para Albufeira.

O suspeito foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado obrigado a apresentações periódicas às autoridades e está proibido de contactar com a vítima.

Preso por abusar do sobrinho menor

Desde o início de 2016 que um homem de 52 anos abusava do sobrinho –na altura com oito – em Velas de São Jorge, nos Açores. O predador aproveitava o facto de ficar sozinho com o menino durante o dia – estava desempregado – para consumar os abusos repetidamente. Quando a criança quis denunciar o caso foi ameaçada. O homem foi agora preso pela Polícia Judiciária dos Açores, mas presente a tribunal saiu em liberdade. Está proibido de contactar com a vítima e obrigado a apresentações periódicas numa esquadra da PSP.

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