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Todas as vítimas mortais das explosões de Lamego já foram identificadas

Três últimos corpos foram "identificados através de análises genéticas".

20 de abril de 2017 às 11:19

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Joaquim Pereira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Ana Sofia Baptista era sobrinha do dono da fábrica, Egas Sequeira
Egas Sequeira era o proprietário da fábrica
Samuel Pinto era genro do dono da fábrica. Deixa uma filha bebé
Samuel Pinto era genro do dono da fábrica. Deixa uma filha bebé
Samuel Pinto era genro do dono da fábrica. Deixa uma filha bebé
Samuel Pinto era genro do dono da fábrica. Deixa uma filha bebé
Vítor Costa, de 39 anos, era funcionário na fábrica
Vítor Costa, de 39 anos, era funcionário na fábrica
Vítor Costa, de 39 anos, era funcionário na fábrica
Vítor Costa, de 39 anos, era funcionário na fábrica
Vítor Costa, de 39 anos, era funcionário na fábrica
Vítor Costa, de 39 anos, era funcionário na fábrica
Susana, filha de Egas, era casada com Joaquim Pereira. Os dois trabalhavam na fábrica
David Miguel era funcionário da fábrica de pirotecnia
Hélder Neto

As oito vítimas mortais das explosões numa fábrica de pirotecnia do concelho de Lamego, no início do mês, já foram identificadas, disse esta quarta-feira à agência Lusa fonte do Ministério da Justiça.

De acordo com a fonte, os três últimos corpos foram "identificados através de análises genéticas".

As explosões ocorreram cerca das 17h50 do dia 04, na fábrica de pirotecnia Egas Sequeira, situada na freguesia da Penajóia, no concelho de Lamego, distrito de Viseu.

Seis corpos foram transportados no dia 05 para o Instituto de Medicina Legal do Porto, mas duas pessoas continuaram desaparecidas.

Na noite do dia 6, as buscas pelos restos mortais foram encerradas, após terem sido encontrados mais vestígios biológicos que apontariam para a confirmação de oito mortos.

No dia 7, fonte do Ministério da Justiça informou que três das oito vítimas mortais das explosões tinham sido identificadas.

A 11, tinham sido identificadas mais duas, através das impressões digitais.

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