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Correio da Manhã

Portugal
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TODOS À PANCADA EM PARQUE DO GERÊS

Utentes e vigias do Parque de Campismo do Vidoeiro, no Gerês, envolveram-se em agressões físicas, que obrigou à intervenção de patrulhas da GNR de vários concelhos. Tudo por causa de um indivíduo não poder entrar com a viatura no parque, por se encontrar já fora da hora estipulada pelo regulamento.
29 de Julho de 2004 às 00:00
Segundo foi possível apurar, um utente – confrontado com a barreira que impedia a entrada de viaturas – reagiu de forma violenta sobre um jovem vigia, despoletando depois uma confusão geral, com a entrada em cena de mais dois funcionários do parque e um grupo de cerca de 20 elementos (a que pertencia o condutor) oriundos da zona do Porto, Gaia e Santa Maria da Feira.
Segundo moradores locais, os vigias – que ontem apresentaram queixa na GNR, a par da empresa gestora do espaço – ficaram muito maltratados fisicamente. “Foi uma situação absolutamente anormal; nunca ocorreu nada sequer parecido neste parque”, atestou a responsável do parque, Cristina Azevedo, repudiando a atitude do “provocador” da zaragata, que “estava completamente descontrolado”, como afirmou o geresiano Fernando Silva.
Só a intervenção de mais de uma dezena de soldados da GNR oriundos de quatro concelhos (Terras de Bouro, Póvoa de Lanhoso, Amares e Vieira do Minho) conseguiu acabar com as agressões físicas e a zaragata, que pôs em completo alvoroço tanto o parque de campismo como também moradores da vila do Gerês.
“Caiu porrada da pesada. Era a confusão geral”, atestou Fernando Silva, vizinho do parque de campismo. Fonte do posto da GNR do Gerês (onde na madrugada só havia dois elementos de serviço) confirmou ao CM a mobilização de uma força da Guarda devido à zaragata, mas não precisou o número de soldados envolvidos na operação, bem como o número de populares intervenientes.
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