Trabalhadora despedida de corticeira sem documentos para pedir subsídio de desemprego

Fernando Couto Cortiças S.A., refere que Cristina Tavares não solicitou a emissão do Modelo 5044 para requerer o subsídio.
11.02.19
O Sindicato dos Operários Corticeiros do Norte (SOCN) revelou esta segunda-feira que a corticeira de Santa Maria da Feira acusada do despedimento ilícito de uma trabalhadora não emitiu a documentação necessária para que essa acedesse ao subsídio de desemprego.

Sindicato acusa corticeira da Feira de terrorismo no caso de funcionária reintegrada
Em causa está a situação de Cristina Tavares, cujo tratamento na empresa Fernando Couto Cortiças S.A. já motivou duas contraordenações por parte da Autoridade para as Condições do Trabalho: uma de 31.000 euros por assédio moral à operária e outra de 6.000 por a firma não adequar as funções que lhe atribuiu à sua atestada condição médica.

O caso vem motivando várias ações de protesto desde setembro de 2018 e agora o SOCN acusa os responsáveis da corticeira de "não comunicaram eletronicamente à Segurança Social o Modelo 5044, essencial à instrução do processo de subsídio de desemprego".

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