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Correio da Manhã

Portugal
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Transladação demorada

Os corpos dos quatro portugueses, três jornalistas e a directora de uma agência de comunicação, que morreram no Chile, num acidente de aviação, deverão chegar hoje ou amanhã a Santiago e só depois serão transladados para Lisboa.
28 de Novembro de 2006 às 00:00
As autópsias foram realizadas ontem, no Instituto de Medicina Legal de Puerto Mott, situado a 1600 quilómetros de Santiago do Chile.
O processo de transladação, nomeadamente a data e o custo da viagem, deverá ser decidido pela empresa proprietária do bimotor e pela seguradora, mas, se houver dificuldades, a Secretaria de Estado das Comunidades garante a concretização do transporte dos corpos dos quatro portugueses.
As causas do acidente ainda não são conhecidas, pois só ontem é que os peritos chilenos conseguiram chegar ao local onde o avião se despenhou, na sexta-feira.
“Os peritos já estão no local e estamos a investigar. Não sabemos ainda as causas do acidente, nem quando teremos conclusões”, disse o comandante Francisco Rogel, da Direcção Geral de Aeronáutica Civil do Chile.
Aquele responsável excluiu a hipótese de se socorrerem da caixa negra, porque “este tipo de avião não está equipado” com aquele aparelho.
O bimotor despenhou-se quatro minutos após descolar do aeródromo próximo de Coihaique.
FÉRIAS TRÁGICAS
FÉRIAS
Os quatro portugueses estavam a meio de um mês de férias e alugaram o bimotor para visitar a Lagoa de São Rafael.
QUEDA
O bimotor Beechcraft Baron 55 levava ainda a bordo, além do piloto, uma guia, que também morreu. O acidente ocorreu sexta-feira, mas só foi conhecido em Portugal no dia seguinte.
VÍTIMAS
As vítimas são César de Oliveira, de 34 anos, André Romeiras, 28 anos (ambos do ‘Record’), Maria José Margarido, 34 anos (‘DN’), e Cláudia Magalhães, que hoje faria 34 anos (da agência de Comunicação Parceiros).
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