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Correio da Manhã

Portugal
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Tribunal confirma guerra de grupos na origem do homicídio de Igor, morto nos festejos do FC Porto

Investigação tem indícios suficientes de que Renato esfaqueou Igor "repetidamente".
Sérgio A. Vitorino 11 de Maio de 2022 às 12:27
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Tribunal confirma guerra de grupos na origem do homicídio de Igor, morto nos festejos do FC Porto
O Tribunal de Instrução Criminal do Porto revelou esta quarta-feira que existe uma efetiva guerra de grupos na origem da morte de Igor Silva, o adepto do FC Porto brutalmente assassinado durante os festejos dos dragões.

No despacho que colocou Renato Gonçalves, de 19 anos, em prisão preventiva o juiz revela que o homicida confessou ter dado uma facada pelas costas à vítima e que depois fugiu. No entanto, o despacho destaca ainda que a investigação tem indícios suficientes de que Renato esfaqueou Igor "repetidamente". Renato Gonçalves está por isso indiciado de homicídio qualificado.

A gravidade do crime e o alarme social, mas principalmente a guerra de grupos rivais, entre o lado de Igor Silva e do pai de Renato, Marco ‘Orelhas’, justificam a prisão preventiva.

Juras de vingança
Como noticiou o CM, mal a morte de Igor Silva, de 26 anos, foi confirmada - ainda na madrugada de domingo, a caminho do Hospital de S. João, no Porto - já se prometia vingança. Juras de morte contra Marco ‘Orelhas’ e o seu filho Renato, de 19 anos, tidos como os principais suspeitos e instigadores do crime. 

Há mesmo áudios a circular na internet em que se promete que os irmãos de Igor - atualmente na cadeia - já ‘esperam’ pela chegada de Marco e Renato à prisão para vingarem a morte. Familiares de ‘Orelhas’ também receberam ameaças nos últimos dois dias, de que a morte de Igor não ficaria impune.
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