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Correio da Manhã

Portugal

Trio faz assalto a bar de alterne

Uma casa de alterne, na Lomba, em Amarante, foi assaltada, na madrugada de sábado para domingo, por três homens encapuzados e armados que levaram dois mil euros da facturação da noite, disse ao CM, fonte da GNR.
21 de Agosto de 2007 às 00:00
O grupo armado chegou num automóvel não identificado, entrou pela saída de emergência e saqueou o dinheiro da facturação da noite
O grupo armado chegou num automóvel não identificado, entrou pela saída de emergência e saqueou o dinheiro da facturação da noite FOTO: José Rebelo
Eram cerca de 04h30, quando o grupo, armado com duas pistolas de calibre 6,35 milímetros e uma caçadeira de canos serrados, entrou pela saída de emergência no Café Alpine, no lugar de Eirastos.
Àquela hora, o gerente, João Domingos, fechava as contas com outro colega, quando foi surpreendido pelos assaltantes que o revistaram e o obrigaram a deitar-se no chão. “Apontaram-me uma arma à cabeça e disseram para abrir a caixa”, explicou ao CM.
O responsável chegou a vir cá fora quando a viatura suspeita chegou, pensando que eram clientes.
Ao que o CM apurou, para além dos dois funcionários, não estava mais ninguém no estabelecimento durante o incidente. Os dois responsáveis, manietados, não reagiram à violência do trio.
O gerente diz nem ter tido tempo para distinguir a marca do veículo.
Segundo João Domingos, aconteceu tudo muito rapidamente e em cerca de cinco minutos os assaltantes colocaram-se em fuga num “automóvel moderno e escuro” para parte incerta.
“Avisaram-nos para não olhar para trás e não sairmos dali”, salientou.
O bar tem um sistema de video-vigilância que, contudo, “não grava porque a GNR levou recentemente o gravador durante uma fiscalização”, acrescentou o gerente que na noite seguinte contou o dinheiro já acompanhado por alguns seguranças.
Em dois anos de funcionamento, o bar “nunca teve qualquer problema”, garantiu o responsável.
Ao CM, nenhum dos residentes próximos disse ter ouvido qualquer distúrbio naquela noite. O bar, localizado num ermo rodeado por uma cerca, está referenciado pela GNR como uma casa de prostituição que alberga trabalhadoras estrangeiras em situação ilegal. O caso passou para a Polícia Judiciária.
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