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Universidade quer ex-aluno acusado

Feriu professora com machado e está sem medidas de coação.

22 de maio de 2016 às 09:34

A Universidade de Coimbra quer ver o ex-estudante de doutoramento que, em agosto de 2014, atacou uma professora à machadada acusado e já apresentou um requerimento ao Ministério Público a solicitar também a reposição das medidas de coação.

O pedido surgiu na sequência da extinção das medidas de coação aplicadas ao ex-aluno, de 33 anos, que incluíam a proibição de se aproximar da vítima e de se deslocar ao Departamento de Física, onde atacou a docente, de 54 anos.

Sem acusação, foi ultrapassado o prazo e a juíza de instrução decretou a extinção das medidas. Na quarta-feira, Colin Paul Gloster, irlandês, voltou ao Departamento de Física, o que levou a universidade a pedir a intervenção da PSP, uma vez que existe um despacho do reitor a impedi-lo de entrar nas instalações.

A proibição foi decretada logo após o ataque à professora Filomena Pinto Santos, que foi golpeada num braço e teve de ser submetida a uma cirurgia. Colin Paul Gloster entrou no gabinete da docente para exigir que assinasse uma declaração para se candidatar a uma nova bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia, uma vez que tinha perdido a anterior. Filomena Pinto Santos não cedeu às exigências e foi atacada com o machado. No gabinete estava outro estudante que o enfrentou.

Na altura, o ex-aluno ficou em liberdade, com a obrigação de se apresentar às autoridades e impedido de ir ao departamento, medidas que a universidade pede para serem repostas.

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