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Correio da Manhã

Portugal
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"Vi-os com pedras amarradas aos pés": testemunha relata em tribunal o que viu horas antes da tragédia

Etelvina Fonseca, de 67 anos, empregada de limpeza da casa que foi arrendada pelos estudantes fez a revelação em tribunal.
João Carlos Rodrigues 4 de Maio de 2021 às 13:21
Etelvina Fonseca, empregada de limpeza da casa que foi arrendada pelos estudantes, testemunhou em tribunal no caso da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Etelvina Fonseca, empregada de limpeza da casa que foi arrendada pelos estudantes, testemunhou em tribunal no caso da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Etelvina Fonseca, empregada de limpeza da casa que foi arrendada pelos estudantes, testemunhou em tribunal no caso da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares e testemunhas da tragédia do Meco
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
Familiares das vítimas do Meco chegam a tribunal
"Vi-os com pedras amarradas aos pés." A descrição é de Etelvina Fonseca, de 67 anos, empregada de limpeza da casa que foi arrendada pelos estudantes da Lusófona, em Aiana de Cima, e refere-se à tarde de dia 14 de dezembro, sábado, poucas horas antes de seis dos jovens serem arrastados por uma onda no Meco.

Etelvina refere que viu João Gouveia, o antigo Dux, com uma colher de pau na mão (usada na praxe) a liderar as vítimas que eram obrigadas a rastejar, dois a dois, com pedras nos pés.

A mulher diz que quando regressou à casa, depois da tragédia, esta estava limpa e só tinha a colher de pau usada na praxe. 
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