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Correio da Manhã

Portugal
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Vídeo mostra o que aconteceu dentro do hotel dos finalistas

Sofás no corredor, estátuas fora do sítio e desordem no jardim.
10 de Abril de 2017 às 21:27
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Sofás no corredor, estátuas fora do sítio e desordem no jardim.
Um sofá no elevador, estátuas fora do sítio, danos nas paredes ou extintores vazios nos corredores. Segundo o CM apurou junto de um aluno, só pelos danos numa parede os responsáveis do hotel Pueblo Camino Real, em Torremolinos, reclamam 1500 euros aos cerca de 1200 alunos portugueses que foram expulsos no final da última semana onde os finalistas deviam passar férias. Um vídeo exclusivo do CM mostra parte dos estragos causados no hotel.

Segundo a polícia, os prejuízos chegam a 50 mil euros. Os estudantes finalistas, por seu lado, queixam-se das más condições do hotel: água fria nas casas de banho, baratas, toalhas que não eram trocadas. Muitos exigiram o Livro de Reclamações. 

A polícia espanhola admitiu ter sido chamada por diversas vezes nos últimos dias da estadia dos jovens. "É verdade que a polícia foi ao hotel, mas só por causa de queixas de barulho. Havia grupos que tinham sempre a música muito alta", conta um aluno sob anonimato.

Certo é que a maioria dos alunos expulsos ficou sem parte da caução de 44 euros que pagou no check in. Um montante que servirá agora para pagar os estragos no hotel – que prometeu para hoje esclarecimentos.

Alguns dos jovens – alunos do secundário de todo o País, como Braga, Maia, Sintra, Amadora, Faro ou Odivelas – terão sido identificados como autores de distúrbios, sendo-lhes imputada a despesa. Mas outros estragos, em zonas comuns do hotel serão pagos por todos. 

Esse facto deixou alguns alunos e familiares indignados, já que dizem não ter causado estragos.
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