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Correio da Manhã

Portugal
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Viúva de militar vai ser ajudada

Ministro da defesa admite antecipar prestações do Estado.
8 de Abril de 2018 às 10:00
Família de Gil Paiva Benido
Gil Fernando Paiva Benido morreu na sequência de um ataque de elementos rebeldes
Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
Família de Gil Paiva Benido
Gil Fernando Paiva Benido morreu na sequência de um ataque de elementos rebeldes
Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
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Família de Gil Paiva Benido
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Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
Centenas de pessoas estiveram presentes no adeus ao Sargento-Ajudante Paiva Benido, morto em serviço no Mali
O ministro da Defesa mostrou-se este sábado preocupado com a demora na atribuição da pensão de sangue à viúva do militar português que morreu no Mali e admitiu a antecipação das prestações.

"Vou esperar mais informações do Exército e do Estado-Maior General das Forças. Depois, poderá ser ponderada uma solução alternativa que não ponha em causa a pensão de sangue, mas que possibilite, se isso for possível, antecipar prestações que permitam à família não ter de, além da perda de um ente querido, sofrer dificuldades económicas", afirmou o ministro Azeredo Lopes.

O sargento-ajudante Paiva Benido, de 42 anos, morreu em junho, no Mali e, até agora, a viúva, residente em Campo, concelho de Valongo, não recebeu qualquer ajuda.
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