O que são os incels, o expoente máximo da misoginia?
Reúnem-se em grupos online e em plataformas como o Telegram. Partilham, sem autorização, vídeos e fotografias de mulheres que odeiam. Dizem-se celibatários involuntários, chamam-lhes incels e são um fenómeno difícil de compreender.
Setenta mil homens é muita gente. É um número tão grande que, por exemplo, nenhum estádio de futebol, em Portugal, conseguiria acomodar nas suas bancadas, ao mesmo tempo, tamanha quantidade de pessoas. Esta é a primeira conclusão. A segunda traduz-se naquele lugar-comum que ganhou relevo e expressão nos tempos recentes: não são todos os homens, mas são sempre os homens. É uma verdade incontornável.
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