Abate de Zico depende de veterinária
O eventual abate de Zico, o cão cruzado de pitbull que a 10 de janeiro atacou Dinis, um menino de 18 meses, em Beja, que viria a falecer, está nas mãos da veterinária municipal da cidade alentejana, Linda Rosa.
Ao que o CM apurou, o animal deixou de ter valor probatório para o Ministério Público (MP), que investiga a morte da criança.
O cão é de um tio do menino e não estava legalizado. Ao CM, a veterinária disse que "uma eventual decisão será tomada em conjunto com todos os colegas que integram o canil intermunicipal", onde se encontra o cão, mas que esta "não será para breve", pois existem outros processos judiciais. Depois de saber que o MP prescindiu de Zico, a associação ANIMAL entregou um novo requerimento no Tribunal Administrativo para tentar impedir o abate.
A mesma associação queixa-se ainda que nunca pôde ver o cão no canil.
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