Ambientalistas e Celtejo apelam à divulgação de análises da poluição do Tejo

Ministério Público colocou resultados em segredo de justiça.

11 de fevereiro de 2018 às 10:18
Açude do rio Tejo, em Abrantes, onde é bem visível a espuma causada pela poluição, logo após a queda de água Foto: Ricardo Ponte
Rio Tejo em Abrantes
ETAR, Abrantes, Tejo, poluição Foto: Paulo Cunha / Lusa
Poluição no Tejo

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As associações ambientalistas Quercus e Zero defendem que, por questões de saúde pública, os resultados do inquérito à poluição no Tejo - que o Ministério Público colocou em segredo de justiça - deveriam ser tornados públicos.

A mesma posição foi defendida ontem pela Celtejo, fábrica de pasta de papel localizada em Vila Velha de Ródão. As associações defendem, no entanto, a necessidade de respeitar a decisão do Ministério Público.

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"Lamentamos que esteja em segredo de justiça, mas se é uma ordem judicial temos de aceitar. Achamos que devia ser divulgado", afirmou João Branco, da Quercus.

"Seria importante que toda a informação fosse pública para melhor percebermos o que se pode e deve decidir em relação à produção", disse Francisco Ferreira, da Zero.

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