Atrasos e supressões nas ligações fluviais entre Cacilhas e Lisboa devido ao mau tempo

Esta segunda-feira de manhã, pelo menos duas ligações foram suprimidas.

02 de fevereiro de 2026 às 07:45
Transtejo Soflusa Foto: Direitos reservados
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As ligações fluviais da Transtejo, entre os distritos de Setúbal e Lisboa, estavam esta segunda-feira, pelas 6h30, a sofrer atrasos e algumas supressões entre Cacilhas e o Cais do Sodré devido às condições meteorológicas e de mar adversas.

Segundo 'site' da Transtejo, esta segunda-feira de manhã pelo menos duas ligações foram suprimidas entre Cacilhas e o Cais do Sodré e outras ligações estão com atrasos.

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A empresa informa que por motivo de constrangimentos operacionais decorrentes das condições meteorológicas e de mar, "não é possível garantir a realização de todas as carreiras previstas" nas ligações Trafaria-Porto Brandão-Belém e Cacilhas-Cais do Sodré.

"Com o objetivo de minimizar o impacto de supressões e atrasos de carreiras, alguns navios iniciam viagem logo que seja alcançada a lotação máxima de passageiros embarcados, independentemente do horário previsto", refere a empresa, numa nota publicada às 6h05.

A Transtejo é responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, a Lisboa.

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou vários distritos do continente sob aviso por causa da chuva por vezes forte, vento e agitação marítima.

As ligações fluviais já tinham sido afetadas na semana passada devido à passagem da depressão Kristin.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados.

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A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. No sábado, outros dois homens morreram ao caírem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça. Na madrugada de domingo, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

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O Governo decretou situação de calamidade, que foi prolongada este domingo, após uma reunião do Conselho de Ministros, até dia 08 de fevereiro.

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