Brisa diz que crise dos combustíveis não se sente para já nas autoestradas
Presidente disse que "o que mais afeta a circulação dos portugueses nas estradas e nas autoestradas é o clima", referindo as tempestades que assolaram o País.
A Brisa, com a concessão de autoestradas em Portugal e com atividade em mais de 15 países, não está a sentir até agora o impacto da crise dos combustíveis na circulação, disse esta sexta-feira o presidente executivo.
"Não estamos, pelo menos até agora, a sentir na mobilidade -- na circulação das autoestradas -- o impacto desta crise dos combustíveis fósseis", afirmou António Pires de Lima aos jornalistas, à margem de uma cerimónia de celebração dos 35 anos da Via Verde, na sede do grupo, em Cascais.
Questionado sobre se a crise energética terá impacto nos resultados anuais do grupo e da Via Verde, o presidente da Comissão Executiva da Brisa disse que "o que mais afeta a circulação dos portugueses nas estradas e nas autoestradas é o clima", frisando que as tempestades de janeiro e fevereiro "tiveram um impacto negativo na mobilidade dos portugueses durante esses meses".
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