Câmara da Figueira da Foz e concessionária garantem qualidade da água da rede pública

Também a Águas de Coimbra deu esta sexta-feira o mesmo esclarecimento, assegurando que a água que chega às torneiras dos consumidores é segura.

30 de janeiro de 2026 às 17:55
Câmara Municipal da Figueira da Foz Foto: Bruno Teixeira Pires
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A Câmara da Figueira da Foz e a concessionária Águas da Figueira S.A. garantiram esta sexta-feira a qualidade da água da rede pública de abastecimento após a passagem da tempestade Kristin.

"No concelho da Figueira da Foz não existe qualquer problema com a qualidade da água da rede pública de abastecimento", esclareceram.

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Este esclarecimento surgiu na sequência de um comunicado emitido pela Direção-Geral da Saúde (DGS) a alertar para "riscos na segurança da água e dos alimentos após a tempestade Kristin e os cortes de energia".

Segundo a autarquia e a concessionária, "as recomendações divulgadas pela DGS aplicam-se, no concelho da Figueira da Foz, exclusivamente, a situações de consumo de água não tratada", como a oriunda de poços, furos ou nascentes.

"A água que é fornecida pela concessionária é monitorizada de forma contínua e cumpre todos os parâmetros legais de qualidade, pelo que encontra-se garantida a segurança e a fiabilidade do abastecimento público de água", frisaram.

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Também a Águas de Coimbra deu esta sexta-feira o mesmo esclarecimento, assegurando que a água que chega às torneiras dos consumidores é segura.

A DGS emitiu um conjunto de recomendações na sequência da tempestade que afetou várias regiões do país na madrugada de quarta-feira, provocando falhas no fornecimento de energia elétrica que ainda se mantêm em algumas localidades, o que pode comprometer a qualidade da água para consumo e a segurança dos alimentos.

"Situações como esta têm impacto na segurança dos alimentos conservados no frigorífico e no congelador, assim como na qualidade da água, especialmente em áreas onde o abastecimento depende de sistemas elétricos", alertou, em comunicado.

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Para reduzir estes riscos, a autoridade de saúde apelou à adoção de medidas preventivas e comportamentos seguros, como evitar o consumo de água de fontes que não estão ligadas à rede pública de abastecimento, como poços ou minas, por poderem estar contaminadas.

A DGS aconselhou a população a não beber água da torneira, lavar alimentos ou escovar os dentes com essa água, a menos que exista confirmação oficial da sua segurança, devendo, sempre que possível, utilizar água engarrafada.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

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Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00h00 de quarta-feira até às 23h59 de dia 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

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