Concluída parte da reparação do quebra-mar de Leixões danificado pelo mau tempo

Intervenções estruturais de reposição vão acontecer durante a primavera e o verão.

24 de fevereiro de 2026 às 15:53
Danos agravados no quebra-mar Norte do porto de Leixões, Matosinhos Foto: Direitos reservados
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Uma parte da intervenção de emergência para reparar o quebra-mar exterior do porto de Leixões, danificado pelo mau tempo, já foi concluída, revelou esta terça-feira a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

De acordo com a administração portuária, na segunda-feira foi concluída a "1.ª operação de proteção do Posto A", que envolveu a colocação de 61 antiferes, "reforçando a estabilidade e a capacidade de proteção da estrutura, com vista a travar a progressão da deterioraçãodo molhe".

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As "intervenções estruturais de reposição" vão acontecer durante a primavera e o verão.

A 13 de fevereiro, a APDL respondeu à Lusa que "o custo da intervenção de emergência para conter a degradação do molhe por ação do mar e de reposição integral do manto de proteção do quebra-mar e reposição do muro cortina (...) deverá rondar os 20 milhões de euros".

No início do mês, os danos causados no muro-cortina do quebra-mar exterior do Porto de Leixões, em Matosinhos, devido à agitação marítima causada pela tempestade Kristin agravaram-se, mas a segurança e navegação não estavam comprometidas, adiantou à data administração portuária.

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"Na sequência das recentes condições muito adversas de agitação marítima e atmosférica verificadas no país, registou-se um agravamento dos danos no muro-cortina do quebra-mar exterior Norte do Porto de Leixões, inicialmente provocados pela tempestade Kristin", assinalou a APDL em comunicado.

Várias tempestades assolaram Portugal continental desde o final de janeiro, tendo sido a mais violenta a depressão Kristin, em 28 de janeiro.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

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