Cortes afetam a vacina BCG
Despedimento de pessoal atrasa entrega do medicamento.
Os cortes nos recursos humanos, em especial de farmacêuticos, no laboratório público da Dinamarca que produz a vacina BCG, nos últimos três anos, provocou um atraso de meses na entrega do remédio a vários países, o caso de Portugal.
Ao que o CM apurou, o laboratório Statens Serum Institut tem cinco milhões de doses da vacina BCG, que protege contra a tuberculose, que podem ser distribuídas, mas faltam recursos para que sejam libertas. Caso o governo português aceite receber as doses com folheto em inglês, as vacinas poderão chegar a Portugal no final de outubro. O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou esta quinta-feira que "não devemos parar" a vacinação, apesar de estar a ser avaliada uma suspensão, como recomenda a Organização Mundial da Saúde.
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