Crise nas urgências obstétricas: "Há funções que poderiam ser assumidas por enfermeiros"

A crise nas urgências de ginecologia e obstetrícia está dissipada por todo o país, com cada vez mais serviços suspensos e queixas dos utentes.

10 de agosto de 2022 às 17:36
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Observatório de Violência Obstétrica (OVO)

 questionou a organização dos serviços de obstetrícia face ao caos instalado com o fecho de urgências, em comunicado: o que vai acontecer a quem está à beira de ter uma criança, e se depara com um serviço fechado? Desde junho que os hospitais um pouco por todo o país registam cada vez mais carências nos 

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serviços de urgência de ginecologia e obstetrícia, com o Hospital de Faro a liderar o número de queixas. No geral, as reclamações aumentaram em 113% - de janeiro até julho, comparativamente a mesmo período em 2021. Tal como o OVO, a Ordem dos Enfermeiros defende o envolvimento dos enfermeiros especialistas em Saúde Materna e Obstétrica na reorganização dos serviços, interferindo na vigilância da gravidez e na assistência ao parto de baixo risco.Leia a notícia completa na MÁXIMA

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