DGS cria endereço eletrónico para esclarecer dúvidas de escolas sobre sarampo

Os representantes da comunidade escolar poderão colocar as suas dúvidas através do endereço infosarampo@dgs.pt.

19 de abril de 2017 às 13:52
Sarampo Foto: Getty Images
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A falta de vacinação tem levado ao aparecimento de casos de sarampo, doença contagiosa que estava erradicada Foto: Istockphoto
A falta de vacinação tem levado ao aparecimento de casos de sarampo, doença contagiosa que estava erradicada Foto: Istockphoto

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) criou um endereço de correio eletrónico através do qual prestará informações sobre o sarampo aos representantes da comunidade escolar.

De acordo com um comunicado da DGS sobre medidas de prevenção em ambiente escolar, os representantes da comunidade escolar poderão colocar as suas dúvidas através do endereço infosarampo@dgs.pt.

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"A rede de equipas de saúde escolar e todas as unidades dependentes do Ministério da Saúde estão disponíveis para apoiar a comunidade escolar", lê-se no comunicado, assinado pelo diretor-geral da Saúde, Francisco George.

A DGS recorda ainda que a Linha Saúde 24 (808242424) "assegura, como habitualmente, respostas concretas às questões colocadas pelo telefone".

Os diretores das escolas públicas já tinham manifestado vontade de a DGS emitir para os estabelecimentos de ensino uma circular para tranquilizar os ânimos relativamente às vacinas dos alunos, sobretudo por causa do sarampo.

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"A DGS devia emitir um comunicado para pais e escolas a abordar o assunto de forma clara, embora nós [escolas] saibamos o que fazer. Mas os pais também devem estar mais esclarecidos em relação à matrícula dos seus filhos", disse à agência Lusa Filinto Lima, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e escolas Públicas.

Filinto Lima, que falava à Lusa dois dias depois de ter começado o período normal de matrículas para o pré-escolar e 1.º ciclo, disse ainda que na altura das matrículas as escolas verificam o boletim de vacinas e alertam os pais, mas nunca podem recusar a inscrição a um aluno.

No comunicado, a DGS reafirma que "não há razões para temer uma epidemia de grande magnitude, uma vez que a larga maioria das pessoas está protegida".

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