DGS reconhece que falta de dados impede panorama completo das cesarianas

"Não existe em todas instituições, no SNS ou no privado, um registo clínico organizado para esta área que, de forma automatizada, envie informação", disse a diretora-geral da Saúde.

29 de abril de 2026 às 10:47
Ginecologia e Obstetrícia Foto: Getty Images
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A diretora-geral da Saúde reconheceu esta quarta-feira que a falta de um sistema integrado de dados sobre cuidados obstétricos no setor púbico e privado impede as autoridades de conhecerem o panorama completo do aumento das taxas de cesarianas.

Rita Sá Machado, que esta quarta-feira foi ouvida na comissão parlamentar de saúde sobre o aumento das taxas de cesarianas, que em 2025 bateram o recorde no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e chegaram quase aos 33% do total de partos no setor público, disse que a maior parte dos dados que a Direção-Geral da Saúde (DGS) tem provêm de "recolha manual".

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"Não existe em todas instituições, no SNS ou no privado, um registo clínico organizado para esta área que, de forma automatizada, envie informação", disse a responsável.

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