Em dia de greve geral, serviços públicos vão estar em mínimos

TAP, CP e Carris são alguns dos transportes com um mínimo de ligações asseguradas.

03 de junho de 2026 às 01:30
A greve geral foi convoca pela CGTP Foto: Hugo Monteir/Medialivre
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Os serviços mínimos marcados para a CP, TAP, Carris, Metro do Mondego e centros de saúde e hospitais vão garantir o funcionamento de algumas ligações ferroviárias, rodoviárias e aéreas, bem como atendimentos urgentes e operações. Mas a greve geral  marcada pela CGTP deverá afetar fortemente a maioria dos serviços públicos, com os efeitos a prolongarem-se por amanhã. 

A TAP garantiu, na sequência do acordo com os sindicatos, a realização de 79 voos ao longo do dia desta quarta-feira, tal como a CP tem prevista a circulação de dezenas de comboios, desde os do longo curso aos interregionais, no âmbito dos serviços mínimos acordados para a greve geral, permitindo o reembolso do bilhete ou a troca por outro comboio.   

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A Metro do Porto manterá frequências reduzidas na Linha Amarela, entre Santo Ovídio e o Hospital de S. João, bem como entre as estações da Senhora da Hora e do Estádio do Dragão, no tronco comum da rede, prometendo a empresa frequências de passagem em ambas as linhas de 15 minutos entre as 7h e as 20h. Também a Carris terá várias carreiras durante um período de três horas de manhã e à tarde, que servem unidades de saúde e de ensino.

No setor da saúde, foram marcados serviços mínimos para várias unidades centros de saúde e hospitais em sede de Tribunal Arbitral, nomeadamente permitindo a realização de tratamentos ou operações urgentes.  

Para além dos portos, estão ainda marcados serviços mínimos para o Metro de Lisboa - que não cobrem o transporte de passageiros - e para os alguns serviços dos registos, entre os quais casamentos e pedidos de passaporte urgentes. 

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79

A TAP vai operar um total de 79 voos ao abrigo dos serviços mínimos  

E TAMBÉM

Convicção

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O primeiro-ministro mostrou-se esta terça-feira convicto de que a “esmagadora maioria dos portugueses que trabalha” irá trabalhar hoje. “Logo veremos, o que eu espero é que, como tenho a minha convicção, é de que a grande maioria, a esmagadora maioria dos portugueses que trabalha, vai trabalhar amanhã”, referiu.

“Inconvenientes"

A ministra do Trabalho admitiu esta terça-feira que a greve trará “alguns inconvenientes” e espera que a medida dos serviços mínimos da lei laboral avance.

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Reunião

A manutenção de uma reunião da Câmara de Lisboa está provocar protestos do PS, do PCP e do Bloco, que consideram que Carlos Moedas, o presidente do município, está a desrespeitar os funcionários da autarquia da capital.

PORMENORES

Médicos sem adesão

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O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) justificou esta terça-feira a não adesão à greve geral de quarta-feira com a necessidade de manter uma estratégia reivindicativa própria e centrada em matérias como a carreira e a contratação coletiva.

Atendimento

Com a adesão à greve geral desta quarta-feira, é a primeira vez que os profissionais de saúde da Linha SNS 24 alinham numa paralisação desde a sua criação, antecipando-se perturbações no atendimento telefónico.

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AIMA quatro dias

Os trabalhadores da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) prosseguem esta quarta-feira a greve de quatro dias, contra a “persistência de problemas estruturais que afetam gravemente os trabalhadores e o funcionamento dos serviços”.

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