Empresário sofreu ataque fulminante

As doenças cardiovasculares e os ataques cardíacos são responsáveis por 17,5 milhões de óbitos em todo o Mundo. Em Portugal representam cerca de 36 por cento das mortes anuais, fazendo deles a principal causa de morte em território nacional.

20 de setembro de 2009 às 00:30
Empresário sofreu ataque fulminante
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Uma das mais recente vítimas de ataque cardíaco fulminante foi Paulo Chaby Marques da Silva. Padrasto dos filhos do primeiro-ministro, José Sócrates, o empresário de 41 anos ainda foi socorrido pelo INEM, mas acabou por falecer em casa, a 14 de Agosto, perante a sua família, sem nada que o pudesse prever. O primeiro-ministro marcou presença no velório e no funeral do companheiro da sua ex-mulher, Sofia Fava.

Segundo o cardiologista Luís Negrão "a vítima poderá sentir algum desconforto, impressão no peito, mal-estar, náuseas, suores, sensação de morte iminente, mas, como se trata de um ataque cardíaco fulminante, não há nada que se possa fazer para o evitar".

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Porém, a adopção de alguns comportamentos saudáveis podem fazer a diferença.

"Não fumar, ter uma actividade física moderada, uma alimentação saudável, um peso adequado poderão ser determinantes. Ao prevenir o aparecimento de um ataque cardíaco estamos a prevenir a variante fulminante", referiu Luís Negrão. A visita regular ao médico assistente e ao cardiologista é fundamental, pois "um electrocardiograma pode revelar alterações suspeitas".

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