Falta de rede de rebocadores de salvamento contraria vocação marítima do País
Vice-presidente da comunidade portuária da Figueira da Foz defendeu que um País "que se diz 'atlantista' e que foi uma potência" no mar, devia possuir rebocadores de salvamento estatais.
A falta de uma rede de rebocadores de salvamento e emergência em Portugal, ao contrário do que sucede em Espanha, contraria a vocação marítima do país, disse esta terça-feira o vice-presidente da comunidade portuária da Figueira da Foz.
"São milhares, e eu não estou a exagerar, os navios mercantes que demandam Portugal, são por aí 4.000 navios ou mais que vêm a Portugal todos os anos, é um número imenso", notou Paulo Mariano.
Em declarações à agência Lusa, o também proprietário de uma empresa de operação portuária e de uma agência marítima, defendeu que um país "que se diz 'atlantista' e que foi uma potência" no mar, devia possuir rebocadores de salvamento estatais.
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