Família Santos quer respostas
Amélia Santos quer saber o que aconteceu ao filho. Afirma que a PJ nunca lhe disse nada.
A Igreja de Belas, Sintra, recebeu ontem à tarde dezenas de familiares e amigos que relembraram os irmãos Santos – Carla, sócia de uma agência de comunicação, assassinada pelo ex-marido em março, e Marcelo, que está desaparecido desde dezembro de 2013.
Esta foi a primeira iniciativa da associação ‘Irmãos Unidos Contra a Violência’, um projeto que foi criado por Amélia Santos, mãe das vítimas, com o objetivo de que "os casos [de Carla e Marcelo] não caiam no esquecimento".
Passados mais de sete meses desde o desaparecimento do filho, Amélia Santos ainda não sabe novidades sobre o caso. "É um mistério que não se consegue desvendar. Espero que brevemente alguém nos diga alguma coisa, porque da Polícia Judiciária não sabemos nada, não sei se investigaram ou não", contou ao Correio da Manhã.
A mãe de Marcelo e de Carla acredita que "não foram feitas diligências" para encontrar o filho, de 42 anos. "É angustiante, estamos a viver todos um verdadeiro pesadelo", referiu Amélia Santos, que apenas quer saber o que aconteceu a Marcelo. "Só quero que o meu filho apareça, vivo ou morto", desabafou.
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