Fenprof considera que Ministério da Educação está a acrescentar "foco de perturbação das escolas" com sumários

Fenprof diz que se trata de uma "tentativa de fazer depender a remuneração dos docentes do registo de sumários"

10 de janeiro de 2026 às 12:29
Escola Foto: Vítor Mota
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A Fenprof considerou este sábado que o ministério da Educação acrescentou "mais um foco de perturbação ao funcionamento das escolas" com a obrigatoriedade do registo dos sumários, enquanto a Missão Escola Pública pede esclarecimentos sobre um "não-assunto".

Em comunicado, tanto a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), como a Missão Escola Pública (MEP) lembram que o registo de sumários é um procedimento "há muito normalizado nas escolas", mostrando-se a MEP surpreendida "com o levantamento da hipótese de existirem sumários que não sejam registados".

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"O ofício enviado às escolas esta semana representa uma inaceitável tentativa de fazer depender a remuneração dos docentes do registo de sumários, transformando um procedimento administrativo rotineiro num instrumento de pressão e ameaça. Trata-se de uma opção injustificada, desproporcionada e profundamente reveladora de uma visão burocrática e punitiva da escola e do trabalho docente", refere-se na nota da Fenprof.

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