FNE contra acesso de influenciadores a escolas
Estrutura sindical exige ao Ministério orientações nacionais que travem a "sexualização precoce das crianças".
A Federação Nacional de Educação (FNE) exigiu uma “intervenção imediata do Ministério da Educação” para travar a entrada nas escolas de influenciadores que promovem “a sexualização precoce das crianças”. A estrutura sindical de docentes pede a “emissão de orientações nacionais vinculativas” para acesso às escolas e a “proibição inequívoca de qualquer forma de exploração comercial de alunos ou utilização da sua imagem em contexto escolar”.
“A autonomia das escolas é um valor essencial, mas não pode ser confundida com ausência de regulação quando está em causa a proteção de menores”, afirmou a FNE, em comunicado, manifestando “profunda preocupação” perante uma reportagem do Público que revelou que pelo menos 79 escolas permitiram nos dois últimos anos letivos a entrada de influenciadores, no âmbito de campanhas para associações de estudantes. O CM contactou o Ministério da Educação, mas não obteve resposta.
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