Forma de contágio de menina que morreu com bactéria por determinar
Autoridades ainda não sabem como E-coli atingiu aluna na Maia.
"Não há nada que me possa devolver a minha menina. A comunidade escolar e as autoridades têm obrigação de descobrir como é que a minha neta foi contagiada, para que não haja mais casos". As palavras são de Joaquim Teixeira, avô de Joana, a menina de sete anos que morreu vítima de falência dos rins provocada por uma estirpe agressiva da bactéria E-coli.
"A minha neta foi internada no hospital de Alfena, com vómitos e diarreia, mas não melhorou. Foi o pai que forçou a transferência para o S. João, no Porto, onde veio a falecer", acrescentou ao CM.
A Administração Regional de Saúde do Norte revelou ao CM que a investigação epidemiológica está concluída e a forma como a aluna do Centro Escolar da Gandra (Maia) foi contagiada ainda não está determinada.
A E-coli transmite-se pelos alimentos ou dejetos de animais. A transmissão pelo hamster da família não está descartada, ao contrário do referido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.
A Getral, fornecedora das refeições à escola de Gandra, recusa comentar o caso.
A Câmara da Maia remete explicações para o comunicado do delegado de saúde, que garante não haver razões para interrupção do funcionamento da cantina.
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