Fundação 'O Século' dirigida pela maçonaria
Presidente e membros da administração são maçons.
A Fundação O Século, cuja administração está a ser alvo de investigação por parte da Justiça por suspeita de uso de dinheiros públicos para fins particulares, conta com cinco membros efetivos do conselho de administração que pertencem à maçonaria.
Alguns destes dirigentes aderiram à irmandade por sugestão do próprio presidente do conselho de administração, Emanuel Martins, que faz parte da loja Luís Verney, da Grande Loja Legal de Portugal.
São também maçons - segundo divulgou a revista ‘Visão’ - o vice-presidente do conselho de administração, João Ferreirinho, os membros não executivos do conselho de administração Armindo Azevedo e António Dias Pacheco, bem como o diretor comercial, Ricardo Lino Rodrigues, e o responsável pela empresa de seguros ligada à fundação, António Vilela.
Um outro maçom, Umberto Pacheco, recentemente deixou a fundação.
Ao CM, O Século avançou que "em nenhum momento, a estes ou outros funcionários foi perguntado o seu clube, religião ou outros interesses". Já a Grande Loja adiantou que a maçonaria é "alheia a quaisquer atuações fora do seu âmbito".
Família do presidente com vários empregos
PORMENORES
Jantares maçónicos
No refeitório da Fundação O Século ocorreram jantares por iniciativa do presidente, Emanuel Martins, para os seus ‘irmãos’ da maçonaria, revela denúncia que levou à investigação.
Fruta descascada
No refeitório, o presidente da fundação exigia fruta descascada. A direção nega que familiares do presidente abastecessem os carros sem pagar.
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